Para prever efetivamente as cotações cambiais, é preciso entrar nas cabeças dos reguladores.

Os Bancos Centrais não apenas facilitam a formação dos ciclos económicos, mas sugerem aos investidores como aplicar os seus fundos. Por esta razão, parece lógico iniciar a estudar análise fundamental, começando de política monetária Registrando aceleração da inflação, o regulador sobe a taxa de referência, o preço dos créditos em economia cresce e isto aumenta os riscos da recessão. Ao contrário, na hora de queda, o regulador enfraquece a política monetária e de crédito, o preço dos créditos desce, permitindo aliviar a economia. Durante períodos de expansão monetária, a liquidez aumenta e cresce a demanda de valores mobiliários. E ao contrário, nos tempos de restrições parece bem vender no mercado secundário e buscar uma fortuna nos leilões. 

Mas se a atividade dos Bancos Centrais é tão importante para prever cotações cambiais, é preciso perguntar o que incentiva os mesmos? Como principal objetivo da sua atividade, a maioria de reguladores designam a regulação da inflação. Isto se considera como o estabelecimento os objetivos orientadores e controle de cumprimento destes com ajuda de ferramentas da política monetária e de crédito. Em maioria de países desenvolvidos, como om objetivo se usam a referência 2% (EUA, zona euro, Reino Unido, Japão e outros). Na Austrália, este valor é 2,5%, o Banco do Canadá aplica o intervalo-alvo 2-3%. 

A ferramenta mais eficaz para regular CPI e outros indicadores similares é a taxa de referência. Em caso de inflação está inferior de objetivo e o Banco Central prevê que a mesma continuará descendo, será conveniente reduzir a taxa de referência. As alusões sobre isso são um fator ursino para as divisas. Por exemplo, as conversas sobre lançamento do programa QE europeu junho com redução da taxa de refinanciamento do BCE em 2014 levavam às quedas das cotações do par EUR/USD.

Os Bancos Centrais desvendam os segredos do Forex

Ao contrário, quando a inflação sobe notavelmente acima de objetivo, o Banco Central está forçado aplicar a medidas para apertar a política monetária e de crédito. Assim, o crescimento dos preços de consumidor no Reino Unido até 3% obrigou o Banco da Inglaterra aumentar a taxa de referência que tornou-se uma razão significativa a favor de encarecimento da libra esterlina em segundo semestre do ano 2017.

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Desta maneira, para compreender qual será o caminho dum ou de outro Banco Central, é preciso monitorar a inflação. No entanto, muitas vezes, os mercados financeiros reagem às estatísticas sobre emprego mais ativamente do que aos dados sobre preços de consumidor. Por quê? 

Porque tais índices como o desemprego e salário médio são adiantados para CPI. Que maior é salário, mais capacidades tem um consumidor gastar o dinheiro. O aumento da demanda de artigos leva à subida dos preços. Conforme a curva de Phillips, que mais baixo é desemprego, mais alta é inflação. Realmente, quando o emprego é total, os empregadores terão que aumentar o salário para atrair os funcionários. 

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Curiosamente que em diferença de maioria de outros Banco Centrais, o SRF determina oficialmente o objetivo da inflação e desemprego. Eram os tempos, quando discutiam ativamente sobre aumento automática da taxa de referência de fundos federais a base de relação matemática entre dois principais índices. Esta relação se denomina a Regra de Taylor. Conforme a fórmula da mesma, atualmente, a taxa de referência do SRF terá que estar em nível de 4%.

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Desta maneira, para prever eficazmente as cotações cambiais, é preciso compreender claramente a filosofia dos Bancos Centrais. O seu conceito consta a dinâmica de tais índices como a inflação e desemprego. Ao mesmo tempo, são importantes seus desvios de previsões do regulador. Se por resultados de 2018 o índice europeu HCPI superará avaliação do BCE (+1,7%), este Banco Central poderá aumentar a taxa de referência antes de setembro de 2019 e isto é um fator taurino para o euro. E ao contrário, a incapacidade da inflação alcançar as previsões, permitirá ao regulador manter a política monetária ultra suave, desta forma enfraquecendo as posições dos touros em EUR/USD.

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Real-time price chart of EURUSD

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