Se a política do Donald Trump alcançará seus objetivos?

Se não podes pôr em ordem sua própria casa, não dita suas regras em casas de outros. Em sua pátria, Donald Trump disciplinou facilmente os alarmistas que declararam a necessidade de transferir suas instalações para outros países com os fins de evitar as tarifas de importação por parte de UE. A companhia Harley-Davidson avaliou em 100 milhões os seus prejuízos e começou a sonhar sobre Índia, Brasil e Tailândia. Mas o dono da Casa Branca ameaçou com os impostos e fazer que todo o mundo esquecer esta marca comercial. Pois, impossível tirar simplesmente uma pessoa de cabeça, mas atirar duma ventana é fácil.  

O dinheiro se ganha a suor e sangue. O sangue dos inimigos e suor dos escravos. Harley-Davidson compreendeu muito rápido como vão as coisas e respondeu que todos os motociclos destinados à venda nos EUA serão fabricados mesmo aqui. Após desta discussão com presidente, é pouco provável que outras companhias decidirem transferir sua produção fora de país. A rebelião de escravos foi reprimida no início, só ficou a esmagar os inimigos. Entre estes se encontram tanto China que pisa nos calcanhares da potencialidade económica dos EUA, como os ex-parceiros de UE. O Império Celeste está claramente disposto para ceder. Depois de intenções para aumentar 70 mil de milhões de dólares a importação de artigos estadunidenses, foi anunciada uma ideia para permitir aos estrangeiros realizar atividade em setores que anteriormente foram restritamente proibidos para isso. Seria bom para Washington responder com algo, porque, quando estás cedendo algo a um inimigo verdadeiro, este terá que dar algo seu.

Até última semana de junho, os mercados financeiros reagiram às guerras comerciais com bastante tranquilidade, considerando que isto é um jogo do Donald Trump. Em primeira, os representantes de administração estadunidense relembravam que qualquer batalha se acaba mais cedo ou mais tarde com negociações e em segunda, mesmo o presidente fazia alusões. No seu discurso à Harley-Davidson, ele chamou a companhia “ficar paciente”. O inimigo recuará obrigatoriamente. É preciso aceitar que o mundo financeiro já não considera o dono da Casa Branca como uma pessoa com várias tolices que vêm de fora para sua cabeça e isto significa que os disparates estão aninhados nesta. Os investidores acreditam realmente que com ameaças é possível obrigar os concorrentes ceder ou reduzir o défice do balanço comercial dos EUA. 

Mesmo a queda do índice Shanghai Composite e do iuan até mínimos semestrais não partiu este sonho como aconteceu em agosto de 2015. A maioria de peritos de Bloomberg acreditam que Pequim apenas está brandindo as armas e só começará a frenar avalanche, quando o par USD/CNY alcançará a referência 6,7. Claro que crer é bom, mas o essencial é que fase depressiva não passou para maníaca.  Claro que Pequim desejaria responder aos 200 mil de milhões de dólares + 200 mil de milhões de dólares de tarifas de importação do Donald Trump. Mas o segredo da cozinha asiática consiste em conceito seguinte: se um prato mordeu a você em resposta a seu mordisco, este prato é fresco. ​

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É muito engraçado ver como presidente dos EUA, sorrindo, aperta as mãos de seus colegas de China e Coreis do Norte ou do Primeiro Ministro do Canadá e em seguida, aplica as tarifas de importação, prorroga as sanções económicas ou xinga como um político incapaz. Mas o mundo já está habituado: se os Estados Unidos oferecem uma mão amigável, é preciso guardar melhor todo o valioso.  

 

O sangue e suor do dólar estadunidense

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