Os mercados financeiros ignoram o fator de guerra comercial à toa

Os mercados financeiros entusiasmaram-se tanto com o tema de dólar dos EUA ressurgido das cinzas, endurecimento agressivo da política monetária e de crédito do SRF e abrandamento da economia da zona euro que esqueceu mesmo a guerra comercial. Os Estados Unidos que ajoelharam os seus aliados de Canadá, México, e UE sob o lema “Bate seus para assustar terceiros”, agora começaram por seu principal adversário China. O Império Celeste ainda está observando o comportamento de outros e parece um país que atua com tese “O essencial em guerra não é vencer, mas não participar”. Como um resultado, os investidores acreditaram definitivamente que tudo está “com chocolate” e prestaram atenção a outros temas. Talvez, está com “chocolate”, mas cheira muito mal. 

O greenback tomou gosto à pesca

Puxando o rabo do gato durante dois dias, a delegação estadunidense encabeçada por Ministro das Finanças Steven Mnuchin, mesmo antes de voltar-se para seu país surpreendeu Pequim com seus requerimentos para reduzir o desequilíbrio do comércio externo entre EUA e China no valor de 200 mil de milhões de dólares no prazo de dois anos. Se valia a pena aos chineses aguentar tanto tempo? Seria melhor telefonar. E dizer que esgotou a bateria. Isto ajuda para saber logo o essencial. 

A mim é interessante, os EUA são tão estúpidos para entender que requerem impossível ou são tão arrogantes que não se preocupem com a reação do adversário? Para reduzir o saldo do comércio com EUA, o estado terá que tomar o controle de economia. Isto é mesmo que Washington exige não fazer em outros assuntos. Tal comportamento destrói os princípios de não-discriminação, multilateralidade e equilíbrio de mercados no sistema comercial criada nos EUA. Este país está ignorando as consequências negativas inevitáveis para terceiros países. Ora, parece que já necessitamos duma lei contra violação de sentidos das pessoas sensatas. 

Colocando o ultimato, proibindo à China buscar a justiça em OMC e ademais, responder às ações inadequadas por sua parte tão querida, os gringos tornaram-se um executor e tribunal jurado em simultâneo. E o dono de Casa Branca transformou-se dum líder político num larápio. Suas atuações parecem uma pesca: lanças um anzol, esperando apanhar algo grande, buscas só minúsculos e isto é bom. Serve assim! Parece que a pesca de Washington está mesmo em alto: estes fulanos não distinguem o isco de antepasto. 

O greenback tomou gosto à pesca

Eu mesmo estou surpreendido com sangue-frio da China. Pequim me parece um marido que não beba, não bate, não mente e não adultera. Mandriou mesmo! Que mais abusam os Estados Unidos, China tenta manter-se mais calma. Oh, malta! Isto é em vão! Mantendo-se sempre pacato, se tornarás um retrato.  É interessante, quando rebentará a paciência deles? Pois, é impossível aplicar a regra “olho por olho, dente por dente” para exportação, mas há outras medidas. Uma banalidade, mas é possível vender as obrigações estadunidenses anteriores e não comprar novas. 

O greenback tomou gosto à pesca

Sem responder ao gatuno não há reação dos mercados financeiros. Estes confiaram realmente que a situação em guerra comercial parece uma sidra. Tudo anda lentamente e talvez, previsível... Mas se China gosta desta bebida? Em seus tempos, eu gostava de sidra também. Enquanto não teve provado uísque.  

O greenback tomou gosto à pesca

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